As Perigosas Armadilhas dos Supermercados!

As Perigosas Armadilhas dos Supermercados!

No Brasil, o risco de ser ludibriado quando se vai às compras é grande. E as enganações nem sempre estão escondidas “É importante atentar para a ordem dos ingredientes no rótulo. O primeiro está sempre em maior quantidade”, explica o Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec). Ler essa lista é descobrir que alguns produtos não são feitos exatamente daquilo que anunciam ser. Esse tipo de artimanha – e outras, como destacar diferenciais irrelevantes – é, muitas vezes, resultado de (in)determinações de órgãos reguladores sobre as características que um produto deve apresentar para ser comercializável. Neste artigo, você verá 20 mentiras ou meias verdades que você encontra à venda por aí.

1 – A maioria dos sucos de fruta quase não tem fruta!

O erro começa em como o supermercado organiza as bebidas à base de fruta, classificando tudo como suco. Pela legislação, um produto só pode ser apresentado como suco se for feito com 100% de fruta, sem adição de água ou de conservantes. São os sucos integrais. O açúcar até é permitido, com a nomenclatura alterada para “suco adoçado”. Nessas prateleiras, a maioria das bebidas é rotulada como “néctar”: uma mistura de fruta com água, açúcar e aditivos. Quando você abre uma caixinha de néctar em casa, consome, no máximo, 50% de fruta. E a lei permite percentuais ainda menores para frutas ácidas. O néctar de maracujá, por exemplo, precisa trazer apenas 10% da fruta. A opção mais rala são os refrescos. Ali dentro só tem 10% de suco, em média O restante é praticamente água e açúcar. Isso nas versões líquidas. Os refrescos em pó são qualquer coisa, menos suco: uma alquimia de corantes, sódio, açúcar e aditivos com, no máximo, 2% da fruta. Por lei, o pó de guaraná só precisa ter 0,02% da matéria-prima.

 

 

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